Série de vídeos com os autores do Dossiê sobre José Saramago organizado por Jean Pierre Chauvin e publicado na Revista USP 125. Veja a edição completa aqui:
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A compaixão que Saramago demonstra pelos animais em várias passagens de seu livro Memorial do Convento parece ser um caso particular da compaixão que o escritor sempre demonstrou pelos homens, afirma o professor Jaime Bertoluci, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), que realiza pesquisa interdisciplinar sobre zoologia, literatura e ética. Ele escreve sobre o tema no artigo "Os mansos morrem trabalhando e os bravos, lutando", publicado na edição 125 da Revista USP. Veja a edição completa aqui: ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe! #CiênciaUSP #CanalUSP #JornaldaUSP #USP
"Se a religião afeta o outro, ela afeta a mim também." Essa foi a resposta que Saramago deu ao jornalista Marcello Rollemberg, editor de Cultura do Jornal da USP, ao ser questionado sobre como um escritor ateu pôde ter escrito O Evangelho Segundo Jesus Cristo. De acordo com o jornalista, o olhar preocupado de Saramago com o ser humano foi o que mais o impressionou nos encontros que teve com o escritor, como conta no artigo "Quatro vezes com José Saramago", publicado na edição 125 da Revista USP. Veja a edição completa aqui: ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe! #CiênciaUSP #CanalUSP #JornaldaUSP #USP
No livro "As Intermitências da Morte", de Saramago, a ironia, a paródia e o tom cômico são instrumentos de crítica mordaz, por meio de um riso cortante, contra instituições sociais, políticas e religiosas do mundo contemporâneo, destaca o professor Marcelo Lachat, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), no artigo "Fabular é aprender a morrer: As intermitências da morte, de José Saramago", publicado na edição 125 da Revista USP. Veja a edição completa aqui: ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe! #CiênciaUSP #CanalUSP #JornaldaUSP #USP
Através da ficção, José Saramago discute as relações entre literatura e história, mostrando que o discurso pretensamente objetivo da história é tão construído como qualquer outro discurso, inclusive o da ficção. É o que afirma a professora Maria do Socorro Fernandes de Carvalho, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), autora do artigo "Palavra não puxa palavra: história e ficção em José Saramago", publicado na edição 125 da Revista USP. Veja a edição completa aqui: ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe! #CiênciaUSP #CanalUSP #JornaldaUSP #USP
Para o professor Marcos Lopes, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a obra de Saramago constitui-se de narrativas que oscilam entre o ceticismo filosófico e uma crença política, relacionada às minorias, aos pobres, aos explorados e às mulheres, vistos como os verdadeiros protagonistas de transformação da história. É o que o professor afirma no artigo "Ler Saramago em tempos liberais e conservadores", publicado na edição 125 da Revista USP. Veja a edição completa aqui: ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe! #CiênciaUSP #JornaldaUSP #CanalUSP
O professor Jean Pierre Chauvin, da USP, cita dois eixos que elucidam a obra de José Saramago: o interesse do escritor pelas teorias da história, pelo modo como a história é escrita, e a subversão que ele provocou ao desconfiar do discursos dos poderosos e fazer dos coadjuvantes - os pobres, os excluídos - os protagonistas da história. Esses dois eixos estão presentes no dossiê "Saramago", publicado na edição 125 da Revista USP, coordenado por Chauvin. Veja a edição completa aqui: ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe! #CiênciaUSP #CanalUSP #JornaldaUSP #USP
