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Neste vídeo, Daniel Vanzella, do Instituto de Física da USP em Sâo Carlos, conta como ondas gravitacionais são geradas e o que a teoria da relatividade de Einstein tem a ver com elas. Reportagem: Ana Paula Chinelli e Tabita Said. Edição: Ana Paula Chinelli.
Estrelas de neutrons, que resultam da explosão de estrelas enormes chamadas de supernovas, são objetos celestes muito particulares: podem ter a massa de dois a três sóis, e um diâmetro de poucos quilômetros. Reportagem: Mônica Teixeira, Ana Paula Chinelli, Tabiota Said, Lucca Alves e Rafael Simôes. Edição: Rafael Simões e Ana Paula Chinelli.
Neste vídeo, astrofísicos da USP contam as vantagens do telescópio T-80 Sul, operado por eles, e que captou a luz emitida pela fusão da estrela de neutrons no dia 18 de agosto. Reportagem: Mônica Teixeira, Rafael Simões e Lucca Alves. Edição: Rafael Simôes e Mônica Teixeira.
No dia 17 de agosto de 2017, astrofísicos em todo o mundo ficaram em polvorosa: um telescópio espacial que capta raios gama vindos do espaço e o LIGO, instrumento que detecta ondas gravitacionais, perceberam que duas estrelas de neutrons estavam se fundindo a 130 milhões de anos luz da Terra. O cataclisma cósmico passou a ser acompanhado por telescopios no Chile, os únicos para quem a fusão das estrelas esteve visível. Um desses telescópios é coordenado pela USP.
