A América Latina foi vista no século 20 como o quintal dos EUA. Mas com o crescimento dos empréstimos financeiros, trocas comerciais e acordos de cooperação com países latino-americanos entre 2001 e 2015, a China passou ocupar parte desse espaço.
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A China investe pesado nas relações com a América Latina, que é uma região historicamente influenciada pelos Estados Unidos. Será que existe uma competição entre os dois países? No doutorado, Francisco Urdinez estudou a forma como empréstimos financeiros, trocas comerciais e acordos de cooperação foram distribuídos entre 2001 e 2015 e descobriu duas tendências neste período. A primeira é que alguns países latino-americanos tentaram escapar da dependência norte-americana fortalecendo as relações com a China. A outra é que a China se acomodou à presença dos Estados Unidos na América Latina, ocupando espaços que os americanos deixaram de lado após os ataques de 11 de setembro de 2001. A tese foi a primeira a ser defendida no âmbito do programa de doutorado conjunto do Instituto de Relações Internacionais da USP com o King's College London. A defesa aconteceu em abril de 2017. Reportagem: Silvana Salles, Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavone | Edição: Silvana Salles e Isabella Yoshimura | Re
A China investe pesado nas relações com a América Latina, que é uma região historicamente influenciada pelos Estados Unidos. Será que existe uma competição entre os dois países? No doutorado, Francisco Urdinez estudou a forma como empréstimos financeiros, trocas comerciais e acordos de cooperação foram distribuídos entre 2001 e 2015 e descobriu duas tendências neste período. A primeira é que alguns países latino-americanos tentaram escapar da dependência norte-americana fortalecendo as relações com a China. A outra é que a China se acomodou à presença dos Estados Unidos na América Latina, ocupando espaços que os americanos deixaram de lado após os ataques de 11 de setembro de 2001. A tese foi a primeira a ser defendida no âmbito do programa de doutorado conjunto do Instituto de Relações Internacionais da USP com o King's College London. A defesa aconteceu em abril de 2017. Reportagem: Silvana Salles, Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavone | Edição: Silvana Salles e Isabella Yoshimura | Re
A China investe pesado nas relações com a América Latina, que é uma região historicamente influenciada pelos Estados Unidos. Será que existe uma competição entre os dois países? No doutorado, Francisco Urdinez estudou a forma como empréstimos financeiros, trocas comerciais e acordos de cooperação foram distribuídos entre 2001 e 2015 e descobriu duas tendências neste período. A primeira é que alguns países latino-americanos tentaram escapar da dependência norte-americana fortalecendo as relações com a China. A outra é que a China se acomodou à presença dos Estados Unidos na América Latina, ocupando espaços que os americanos deixaram de lado após os ataques de 11 de setembro de 2001. A tese foi a primeira a ser defendida no âmbito do programa de doutorado conjunto do Instituto de Relações Internacionais da USP com o King's College London. A defesa aconteceu em abril de 2017. Reportagem: Silvana Salles, Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavone | Edição: Silvana Salles e Isabella Yoshimura | Re
A China investe pesado nas relações com a América Latina, que é uma região historicamente influenciada pelos Estados Unidos. Será que existe uma competição entre os dois países? No doutorado, Francisco Urdinez estudou a forma como empréstimos financeiros, trocas comerciais e acordos de cooperação foram distribuídos entre 2001 e 2015 e descobriu duas tendências neste período. A primeira é que alguns países latino-americanos tentaram escapar da dependência norte-americana fortalecendo as relações com a China. A outra é que a China se acomodou à presença dos Estados Unidos na América Latina, ocupando espaços que os americanos deixaram de lado após os ataques de 11 de setembro de 2001. A tese foi a primeira a ser defendida no âmbito do programa de doutorado conjunto do Instituto de Relações Internacionais da USP com o King's College London. A defesa aconteceu em abril de 2017. Reportagem: Silvana Salles, Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavone | Edição: Silvana Salles e Isabella Yoshimura | Re
