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A América foi o último continente a ser povoado pelo Homo sapiens, o que só aconteceu há cerca de 25 mil anos. Agora, a bióloga da USP Tábita Hünemeier encontrou no genoma de 53 povos nativos americanos um conjunto de genes diferente de todos os outros no mundo. Nesta entrevista, que completa outra já publicada por CiênciaUSP, a professora do Instituto de Biociências detalha que genes são esses e de que maneira eles tornaram os primeiros americanos mais altos, mais robustos e mais aptos. Tábita também conta o que a ciência já sabe e o que não sabe sobre o caminho percorrido pela nossa espécie para chegar até aqui. Reportagem: Tabita Said e Isabella Yoshimura. Edição: Mônica Teixeira, Isabella Yoshimura, Tabita Said.
Na segunda parte de sua entrevista a Ciência USP, Tábita Hünemeier, do Instituto de Biociências, fala sobre como funciona a seleção natural. Conta também que as condições dos primeiros homens e mulheres criaram um "genótipo frugal", que pode ser a causa de doenças como diabetes e obesidade.
Uma ponte de terra ligou a Sibéria ao Alasca há 25 mil anos. Ali, por alguns milhares de anos, viveu o povo de que descendem os nativos americanos. Foi lá também que apareceu uma característica genética presente até hoje nos índios do nosso continente. Tábita Hunemeier, do Instituto de Biociências, descobriu que genes são esses e como operou a seleção natural deles. No vídeo, ela conta uma parte da história da ocupação humana da América e que genes são esses que permitiram a sobrevivência na Beríngia. Entrevista a Tabita Said. Edição: Isabella Yoshimura, Alan Petrillo e Vitor Brandão.
