A tese “Mecanismos de Resistência a Quimioterápicos em Células Tumorais”, de Clarissa Ribeiro Reily Rocha, recebeu o prêmio Tese Destaque USP 2016 na categoria multidisciplinar, em 28 de setembro daquele ano. Em 8 de agosto de 2017, a pesquisa foi reconhecida como a melhor na área de oncologia Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP). Orientada pelo professor Carlos Menck, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (ICB), Clarissa estudo por que os gliomas - um tipo de câncer no cérebro - resistem ao tratamento com quimioterapia.
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Uma nova combinação de drogas conseguiu combater tumores de cérebro em camundongos. Chamado de glioma, esse tipo de câncer é um dos mais agressivos e, em muitos casos, resiste à quimioterapia. A biomédica Clarissa Rocha descobriu que as células do tumor não morrem com o tratamento porque jogam fora o quimioterápico antes de que cause estragos ao DNA, em um processo que envolve a molécula glutationa. Ao bloquear a produção de glutationa com a substância biotinina sulfoximina (BSO), o câncer foi praticamente eliminado dos animais. Antes de obter esse resultado, Clarissa implementou a técnica de luminescência no laboratório de Reparo de DNA. A pesquisa de doutorado de Clarissa venceu o prêmio Tese Destaque USP 2016 na categoria multidisciplinar. O trabalho foi realizado no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, sob orientação do biólogo Carlos Menck. Na primeira parte da reportagem, o que motivou a pesquisa de Clarissa e a constatação de que o reparo de DNA não é o diferencial des
Uma nova combinação de drogas conseguiu combater tumores de cérebro em camundongos. Chamado de glioma, esse tipo de câncer é um dos mais agressivos e, em muitos casos, resiste à quimioterapia. A biomédica Clarissa Rocha descobriu que as células do tumor não morrem com o tratamento porque jogam fora o quimioterápico antes de que cause estragos ao DNA, em um processo que envolve a molécula glutationa. Ao bloquear a produção de glutationa com a substância biotinina sulfoximina (BSO), o câncer foi praticamente eliminado dos animais. A pesquisa de doutorado de Clarissa venceu o prêmio Tese Destaque USP 2016 na categoria multidisciplinar. O trabalho foi realizado no Laboratório de Reparo de DNA, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, sob orientação do biólogo Carlos Menck. Na primeira parte da reportagem, o que motivou a pesquisa de Clarissa e a constatação de que o reparo de DNA não é o diferencial desse tumor resistente à quimioterapia. •视频 Na terceira parte, uma nova forma de m
Uma nova combinação de drogas conseguiu combater tumores de cérebro em camundongos. Chamado de glioma, esse tipo de câncer é um dos mais agressivos e, em muitos casos, resiste à quimioterapia. A biomédica Clarissa Rocha descobriu que as células do tumor não morrem com o tratamento porque jogam fora o quimioterápico antes de que cause estragos ao DNA, em um processo que envolve a molécula glutationa. Ao bloquear a produção de glutationa com a substância biotinina sulfoximina (BSO), o câncer foi praticamente eliminado dos animais. A pesquisa de doutorado de Clarissa venceu o prêmio Tese Destaque USP 2016 na categoria multidisciplinar. O trabalho foi realizado no Laboratório de Reparo de DNA, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, sob orientação do biólogo Carlos Menck. Na segunda parte da reportagem, a descoberta do mecanismo de resistência, que envolve a glutationa. E uma proposta de tratamento. •视频 Na terceira parte, uma nova forma de marcar os genes: a luminescência. E um p
